sexta-feira, dezembro 03, 2004

POESIAS VI

DISTANTES NA PROXIMIDADE

Há horas que passamos distantes
Distantes das horas que passámos
Tão próximos, tão tangentes…

Há momentos que visito agora
Nos momentos em que nos amámos
Tão breves, tão urgentes…

Há horas, há momentos e há estrelas
Contidos numa vida em que acreditámos
Tão luminosos, tão cadentes
(desprevenidos e imprudentes)



O amor é um desencontro...

Um ama, o outro não...
Os dois amam-se, a altura não é certa....









5 Comments:

Blogger Hipatia said...

Não concordo, sabes... Não me parece que haja altura errada para amar. Amar é sempre certo. Tudo o que está à volta e nada tem a ver com o Amor é que causa os desencontros.

E antes amar - mesmo que sem retribuição - do que estar seco por dentro.

Beijo

6:05 da tarde  
Blogger corpo visível said...

Por vezes andamos mesmo perdidos, desencontrados, ausentes...
E de repente...
:)

7:11 da tarde  
Blogger Caliope said...

Hum... Não sou de lutar por causas perdidas.. E, definitivamente, o amor é uma causa perdida para mim... Mas, de repente, pode ser que algum dia algo me faça mudar de ideias... :-)

10:18 da manhã  
Blogger Paracleto said...

O amor aparece de onde menos se pensa. E um sentimento lindo. Quando se ama a vida sofre uma transformação radical, ha alegria no ar, paixão, desejo...
Um dia encontraras o teu verdadeiro amor

Beijos doces

7:51 da tarde  
Blogger Caliope said...

Andaremos todos à procura do mesmo??!! Que infelicidade... Nós não encontramos o amor, ele é que nos encontra a nós... E ainda por cima é cego... (É o que dizem eheh)

10:11 da manhã  

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